Este site é desenvolvido por entusiastas e admiradores do artista Silvio Santos e não possui nenhuma ligação com empresas do Grupo Silvio Santos.

28 de set de 2011

Falando sério novamente



Ganhou repercussão recentemente vídeo que postamos há alguns meses da cena em que Jô Soares, ao receber o Troféu Imprensa de melhor humorista, em 1988, faz um discurso criticando a conduta da Rede Globo de Televisão e de seu superintendente José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni.

Especialmente após ser descoberto pelos jornalistas Altamiro Borges e Marco Aurélio Mello, a cena também foi parar nas páginas virtuais do Observatório da Imprensa e no blog do Paulo Henrique Amorim, jornalista da TV Record.

O vídeo foi mencionado nos programas Roda Viva e De Frente Com Gabi e por Mauricio Stycer em seu blog no UOL. O Pânico na TV reproduziu imagens do vídeo durante uma reportagem sobre o lançamento do Livro do Boni.

Gostaríamos de ressaltar que este blog O Baú do Silvio é apartidário e que os comentários e manifestações contrárias à Rede Globo, ao Jô, ao Boni e mesmo ao próprio Silvio Santos não condizem necessariamente com a opinião dos blogueiros. Nossa intenção não é criar (ou reviver) polêmicas e somente fazer o resgate de momentos históricos e importantes da televisão brasileira, especialmente aqueles que se passaram na telinha do SBT.

O Baú do Silvio é movido pela memória afetiva dos telespectadores e profissionais de comunicação. Todo o conteúdo aqui publicado, ainda que possa ser utilizado com outros vieses que fogem de nossa alçada, tem por escopo manter viva a memória da televisão do Brasil.

27 de set de 2011

Troca ou não troca

Silvio Santos se reuniu com José Celso Martinez Corrêa para resolver definitivamente o velho impasse relacionado ao terreno da Rua Jaceguai pertencente ao Grupo Silvio Santos, ao lado do Teatro Oficina.

Os dois, que mutuamente se admiram, mas que disputavam a construção de um centro comercial (Silvio Santos) e a ampliação do Oficina (Zé Celso) naquele local, decidiram fazer um troca: Silvio abre mão do espaço para o Teatro e Zé Celso, em troca, entrega um outro terreno noutro local para Silvio.

Durante a conversa cordial e amistosa, Silvio observou que deve ser o terceiro animador mais idoso entre os únicos octogenários da TV: Inezita Barroso tem 86 anos; Hebe, 82 (embora Silvio tenha dito 83) e o Homem do Baú completará 81 anos em dezembro.

26 de set de 2011

Peço demissão!

Mais uma cena surpreendente de Silvio Santos achada em nossos arquivos.

Numa edição do Qual é a Música em 1989, Silvio, no meio de suas costumeiras palhaçadas, finge irritação e se demite do programa, tirando o microfone e abandonando o palco.

19 de set de 2011

SBT 30 anos - Top 8 temas de abertura

Hors concours: Programa Silvio Santos
“Agora é de alegria...”. Essa sem dúvida é o hino do domingo, que anunciava o começo de várias horas de diversão e alegria. Sem dúvida é a mais marcante e melhor abertura dentre os programas do SBT!



(Archimedes Messina)
Agora é hora de alegria
Vamos sorrir e cantar
Do mundo não se leva nada
Vamos sorrir e cantar
Lá, lá, lá, lá/ Lá, lá, lá, lá/ Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá
Silvio Santos vem aí, olê, olê, olá (3x)
Lá, lá, lá, lá, lá, lá, lá, lááá

1 - Chaves
“Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves...”. De manhã, na hora do almoço, no fim da tarde e vários horários você pode ouvir esta clássica canção acompanhada de uma contagem regressiva para início do seriado com a reprise mais duradoura da TV. Segundo o seu criador, Mário Lúcio de Freitas, é a música que mais vezes foi executada na televisão.



(Mário Lúcio de Freitas)
Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves
Todos atentos olhando pra TV
Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves
Com uma historinha bem gostosa de se ver (2X)
A Chiquinha é uma gracinha
Relincha tanto quando vai chorar
E o Seu Madruga sempre muito calado
Não abre a boca só pra não brigar
O Professor Girafales e a Dona Florinda
Se gostam tanto mas casaram nada ainda
E tem o Kiko com a bochecha toda inchada
E é para o Chaves o rei da palhaçada (2x)
Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves (Tô chegando!)
Aí vem o Chaves, Chaves, Chaves

2 - Topa Tudo por Dinheiro (PSS)
“Quem que dinheiro?!”. Dessa vez não falarei da famosa “Ritmooooooooo/É ritmo de festaaaaaaaaaaaaaaaa!”, mas de outra que ficou marcada no Programa de Silvio Santos que é a hora em que as letras que formam o logotipo da atração correm “com medo” da moeda. A trilha de nome “Banjo Billy” foi utilizado no episódio em que Chapolin se aventura em Acapulco.



3 - Domingo Legal (PSS)

"E ô, E ô/ Domingo Legal!” São poucos os que se lembram da letra desta abertura, porém para quem acompanhava o Domingo Legal nos tempos do Gugu, deve ter na memória o som instrumental dela já que a mesma tocava durante o programa todo como som de fundo. O jingle, se assim podemos chamar, refletia muito bem a proposta da atração. Digamos que durou pouco tempo, pois ainda em 1993 o Gugu lança o sucesso “Pintinho Amarelinho” servindo de abertura, ficando apenas o som instrumental.



Chegou a hora
Chegou a hora
Vamos fazer uma grande festa!
Energia total, alegria geral!
Vamos fazer...
...Um Domingo Legal!
E ô, Eô
Domingo Legal!
E ô, Eô
Domingo Legal!
ô ô ô ô ô
E ô, Eô
Domingo Legal!
E ô, Eô
Domingo Legal!
Hoje é domingo
Pé de cachimbo
Vamos fazer uma grande festa!
Energia total, alegria geral!
Vamos fazer...
...Um Domingo Legal!
Domingo Legal!

4 - Em Nome do Amor (PSS)
“Quando a solidão aperta...”. No domingo do patrão havia espaço para o amor seja na forma de namoro, perdão ou homenagem. O tema de abertura é “inspirada” no programa espanhol “Lo que necesitas és amor” da emissora Antena 3 apresentado para Espanha entre 1993 e 1998. Não digo que o programa em si foi inspirado também na atração de lá, pois os quadros já haviam sido feitos pelo Silvio antes mesmo da criação do Em Nome do Amor. Fora isso é uma abertura marcante na história do SBT.



Quando a solidão aperta
Chega o tempo de recomeçar
Sempre existe o perdão
E uma nova razão
Para sonhar
O que você precisa é o amor!
Tudo é lindo Em Nome do Amor
Todos nós necessitamos
Vem com a gente Em Nome do Amor

5 - Programa Hebe
“Hebe, Hebe! Uma estrela no ar...”. A dama da TV assim que chegou ao SBT teve uma abertura que condizia com o título que ostenta, só eu a trilha mais famosa veio no fim dos anos 80, desta vez quase toda instrumentada, em 1996 o programa ganharia outra abertura agora sim somente em música instrumental que foi modificada ao longo do tempo. Esta também é uma criação de Mário Lúcio de Freitas.



(Mário Lúcio de Freitas)
Uma estela no ar!
Numa nova constelação
Hebe, Hebe
Sempre uma nova emoção
Hebe, Hebe
A vida na palma da mão
Um sorriso de criança
Olhar cheio de esperança
Hebe, Hebe
O amor em primeiro lugar
Hebe, Hebe
Uma estrela no ar!

Anos 90
Hebe, Hebe
Hebe, Hebe
Uma estrela no ar!
Hebe!

6 - Aqui Agora

“Um telejornal vibrante que mostra na TV a vida como ela é!”. O famoso telejornal Aqui Agora tinha uma trilha que era a cara do programa. A primeira era a mesma utilizada no telejornal argentino “Nuevediario”, pai do AA, que por sua vez já havia sido utilizada nos Estados Unidos pela emissora KYW canal 3 da Philadelphia entre 1975 e 1976. O tema é o de Star Wars, composto por John Williams, mas numa versão da banda Enoch Light.
Interessante ver como a composição casou com o tema do jornal.



Em 1996 o Aqui Agora passaria por mudança desde o cenário, estilo de ancoragem, tempo de reportagens e trilhas, a partir de então uma versão suavizada do antigo tema foi criada por Mário Lúcio de Freitas sem perder o tom emocional e vibrante.

7 - Show de Calouros/Variedades (PSS)
“Lá, lá, lá, lá, lá ...”. O quadro mais duradouro dentro do Programa Silvio Santos, ficou na memória dos brasileiros também pela sua abertura que nada mais era que a nota musical Lá repetida 122.999 vezes para anunciar o Patrão, os jurados e por último o Lombardi, simples porém empolgante, antes dela haviam outras duas, a primeira ainda no fim dos anos 80 que dizia “Lê, lê, Lê/Lê, Lê, Lê/O Fulano não pode parar!” e a segunda do início da mesma década “O Fulano é coisa nossa(2x)/Mas que vai, vai! Mas que vai, vem!(2x)”.

Nos anos 90 quando o Show de Calouros virou Show de Variedades a abertura ficou sendo a música “Shalom” gravada por Silvio e cantada diversas vezes durante a entrada dos jurados.









Veja a letra do Show de Variedades

Que seja mais esse dia
Todo de amor e alegria
Que seja mais esse dia
Todo de amor, amor, amor e alegria

8 - TJ Brasil
“Boa noite! Essas são as manchetes do TeleJornal Brasil”. O jornal televisivo que revolucionou padrões tinha uma abertura a altura, ao longo do tempo variando entre o suave e o radical, a trilha anunciava que era hora de informação e opinião na tela do SBT. Foi mais uma criação de Mário Lúcio de Freitas.




Homenagem
Ao fim deste Top quero deixar minha homenagem ao criador da maioria das aberturas/temas aqui citados, Mário Lúcio de Freitas, que permaneceu no SBT entre 1981 e 1996 criando o som que o telespectador da emissora ouvia nos programas, sons esses que ficaram na memória de muitos e são lembrados até hoje. Numa entrevista, Mário disse que era chamado às pressas para compor uma abertura e fazia isso em cima da vinheta gráfica, sem muito tempo para pensar, era pá pum! E ficava ótimo. Talvez você não saiba, mas o trabalho do Mário Lúcio fez parte da sua vida, assim como fez e faz até hoje da minha. Obrigado pela obra tão bela de ser ouvida, eu enquanto admirador da televisão brasileira te agradeço grandemente.


por Jorge William

11 de set de 2011

O Silvio e eu - com Cacá Barbosa


Cacá Barbosa é um pernambucano radicado na Paraíba desde 2005, tem 33 anos, é radialista desde 1997, apresenta um programa musical na Rádio Paraíba FM e segunda a sexta, das 15 às 18h e é responsável pela programação musical mesma emissora, que em João Pessoa (PB) pode ser sintonizada através da frequência 101,7 MHz, ou na internet através do site http://www.radioparaibafm.com.br. Também mantém um site com notícias sobre tecnologia, o LinkPB.

Como você começou a gostar do Silvio Santos?

Nem eu mesmo sei. Fui filho único até meus sete anos (entre 1978 e 1985), minha babá foi a televisão e sempre via aquele cara de voz marcante, bem vestido e com um negócio engraçado pendurado no pescoço fazendo todo tipo de jogos e brincadeiras, sempre com muitas luzes e muitas cores. Acho que foi isso que me fez prestar mais atenção nele.

Alguma pessoa te influenciou ou te incentivou a ser fã do Silvio?


Incentivado não. Acho que acabei sendo induzido, pois como já disse, a TV era a minha grande companheira até meus sete anos de idade. Mas o fator decisivo pra mim enquanto fã e aluno desse grande mestre, foi ter lido "A Fantástica História de Silvio Santos", livro escrito pelo saudoso Arlindo Silva.

Qual programa predileto?

Não tenho um, mas vários programas prediletos. Gostava do Qual é a Música?, Roletrando, Tudo por Dinheiro, Domingo no Parque, Ela Disse Ele Disse, Jogo das Famílias, Show de Calouros e mais recentemente Show do Milhão.

Você já teve algum problema por gostar do Silvio?

Graças a Deus não. Apenas algumas pessoas disseram que eu era brega por gostar dele (risos). Mas hoje justifico dizendo que além de admirá-lo como apresentador, eu o tenho como um mestre, pelo grande comunicador que o é. Aprendo muito assistindo aos seus programas.

Qual foi a maior alegria que Silvio Santos lhe proporcionou?

Em 1988, durante uma edição especial do Show de Calouros, que marcava o retorno do Sílvio após aquele problema grave na garganta, ele disse que planejava parar de fazer TV em no máximo cinco anos. Minha maior alegria foi ver que 23 anos depois o Homem do Baú não cumpriu a promessa e aos quase 81 anos continua firme e forte alegrando os domingos dos brasileiros.

E a maior frustração?

Acho que é a frustração de inúmeros fãs do Silvio, que é não ainda tê-lo conhecido pessoalmente.

Qual a coisa mais interessante ou curiosa que te aconteceu por ser fã do Silvio?

Que eu me lembre nada.

Você conhece outras pessoas que gostam tanto do Silvio Santos quanto você?

Pela internet conheci o Hamilton (com quem tenho mais contato), o Jorge e o Levy (Página do Silvio Santos). Pessoalmente tenho vários colegas de profissão aqui Paraíba que o admiram e o tem como um grande mestre na arte de comunicar.

Qual a influência de Silvio Santos na sua vida?

Duas pessoas despertaram em mim o desejo de ser comunicador: Gugu Liberato e Silvio Santos. Na minha infância eu ficava na frente da televisão repetindo o que eles diziam e imitando os trejeitos de ambos, alimentando o sonho de um dia ser apresentador de televisão como eles, o que ainda não consegui realizar. Mas como Silvio começou como locutor, e eu sou apaixonado pelo rádio, acho que estou no caminho certo (risos).

Para encerrar, um recado para os leitores do Baú do Silvio?

Quero deixar um abraço a todos, que como eu, são discípulos, fãs e admiradores do Silvio, seja como homem de televisão, seja como homem de negócios, seja como figura humana. E quanto a você, Hamilton, quero agradecer pelo convite e parabenizá-lo pelo belíissimo trabalho que você desenvolve à frente do Baú do Silvio, nos enriquecendo e nos trazendo detalhes que pouquíssimos conhecem ou se lembram.

4 de set de 2011

Show de Prêmios e de cores...

Vamos relembrar um pouquinho do Show de Prêmios do Baú da Felicidade, quadro do Programa Silvio Santos apresentado entre 04/06/89 a 11/08/91 e gravado no Teatro Silvio Santos sob a direção-geral de Ghillhermo Santille.

O tema de abertura foi produzido pelo maestro, cantor, compositor e músico Mário Lúcio de Freitas. Gilberto Santamaria e o próprio Mário fizeram os vocais. A letra era algo assim:

Show de prêmios
Show de prêmios
Show de prêmios e de cores
Tem artistas, entrevistas
Humoristas e também cantores

Show de prêmios
Show de prêmios
Show de prêmios na TV
É agora, tá na hora
Muita sorte pra você

Eu sou o bom
Coringa seu amigão
Qualé, mané,
Cuidado com o jacaré

Quem vai vencer?
Agora nós vamos ver
Vamos torcer
A sorte é que vai dizer

Show de prêmios
Show de prêmios
Show de prêmios e de cores
Vem com tudo,
Ganhe o mundo

Jogue a sorte nessa,
Vamos rir à beça
Show de prêmios já!

Musicais, jogos, brincadeiras, participação de artistas e, claro, prêmios, eram as atrações deste quadro que marcou o começo dos anos 90. Algumas das brincadeiras se tornaram clássicas, como o Jogo dos Signos, O Dia em Que Você Nasceu, Jogo dos Pontinhos e o Tobogã. As provas eram disputadas por três casais de fregueses do Baú da Felicidade.

No fundo do cenário, tal como no Viva a Noite, bonecos gigantes animavam o palco. Entre eles, havia um sujeito fantasiado de pião da casa própria e outro vestido de logotipo gigante do SBT. Outras particularidades desse cenário eram o palco elevado, inclusive com a seção do corredor do auditório elevada, impedindo a circulação do público por ali. Bailarinas sobre pedestais também enfeitavam a plateia.

Destacavam-se ainda as "estrelas", assim chamadas nesse programa as telemoças ou silvetes Adriana, Ana Cláudia, Celeste, Cláudia, Moniquinha, Marisa, (Marisa) Raticov e Ruthinéia, que sorteavam as cartas dos fregueses do Baú e também faziam performances e coreografias durante as apresentações musicais. Todos os musicais possuíam uma coreografia ou temática própria. Lombardi, claro, anunciava os prêmios e fazia os merchãs.

Luis Ricardo participava do Show de Prêmios comandando A Felicidade Bate à Sua Porta. Luis percorria o Brasil apresentando shows de artistas em praças públicas e fazendo sorteios e entregando prêmios aos fregueses do Baú da Felicidade e seus vizinhos.

Durante o Jogo dos Signos, certa vez, Silvio Santos abusou um pouco da sorte e, ao empurrar uma geladeira exposta no palco como prêmio, ela despencou no chão para sua surpresa. O Jogo do Plim-Plim era constituído por um júri de convidados cujas respostas às perguntas deveriam coincidir com as dos participantes do programa, para que estes ganhassem dinheiro. Era o precursor do atual Jogo dos Pontinhos do Programa Silvio Santos e era frequentado quase sempre por Carlinhos Aguiar, Mariane, Flor, Sônia Lima, Renato Barbosa, entre outros. Celso Russomanno, Carlos Imperial e Lillian Witte Fibe também passaram por essa bancada. No Tobogã o objetivo era descer salvando o máximo número de copos sobre uma bandeja. Claro que antes da prova, Silvio fazia questão de testar o equipamento, descendo com uma colega de trabalho ou com uma de suas silvetes. Prêmios entre ótimos e bizarros, micos e surpresas marcavam O Dia em Que Você Nasceu; uma mescla de perguntas e respostas com provas amalucadas que foi precursor das brincadeiras no palco do Topa Tudo por Dinheiro. Numa ocasião, Silvio caiu do lombo de um burro e, noutra, Guilherme Stoliar, então vice-presidente do SBT, participando do programa, teve que usar chapéu com chifres de touro para estourar balões.

Vamos curtir alguns vídeos desse programa que estão disponíveis no YouTube. Aos poucos são redescobertas imagens deste grande sucesso de Silvio Santos do começo da década de 1990.

ABERTURA


PRÊMIOS


TOBOGÃ


O DIA EM QUE VOCÊ NASCEU, participação de Cinthia Abravanel


SILVIO SANTOS CAI DO BURRINHO


MUSICAL COM MARIANE

SBT 30 anos - Top 8 Novelas Nacionais

Quem seleciona 8 novelas dos 30 anos do SBT é José Eustáquio Jr., nosso parceiro do SBTpedia.

1. Éramos Seis (1994)
Éramos Seis é, sem dúvida, a maior obra-prima da teledramaturgia do SBT. Dotada de um elenco do mais alto nível (Irene Ravache, Othon Bastos, Tarcísio Filho, Osmar Prado, Marcos Caruso e cia), uma trilha repleta de clássicos e uma adaptação de um texto de Maria José Dupré, que já ganhara na Record e na Tupi adaptações de sucesso, Éramos Seis foi o marco inicial de um núcleo de teledramaturgia de grande sucesso na emissora. Não foi à toa que o Troféu Imprensa de melhor novela e melhor atriz ficou com a novela.
De Rubens Ewald Filho e Silvio de Abreu sob o original de Maria José Dupret. Direção geral: Nilton Travesso. Gravada nos estúdios do Sumaré

2. As Pupilas do Senhor Reitor (1994-1995)
Continuando a saga de Éramos Seis, de novelas de época, com bom elenco e texto de qualidade, dessa vez a novela é ambientada em Portugal e foi responsável por trazer ao SBT Débora Bloch e Eduardo Moscovis, as únicas novelas desses atores fora da Rede Globo. Contudo, os destaques da novela mesmo ficaram por conta de Luciana Braga e o Reitor, interpretado por Juca de Oliveira. Na abertura, a clássica música de Dulce Pontes, “Canção do Mar” (Song Of The Sea). Essa mesma música reapareceu no SBT em 2011, como trilha de abertura do seriado Cidade do Crime.
De Lauro César Muniz sob o romance de Julio Diniz. Direção geral: Nilton Travesso. Gravada nos estúdios do Sumaré

3. Sangue do Meu Sangue (1995-1996)
Na mesma linha que as anteriores, Sangue do Meu Sangue era baseada no original de muito sucesso de Vicente Sesso, tendo como pano de fundo o Brasil do século XIX e trazia em seu elenco grandes nomes da teledramaturgia, além de uma abertura das mais ousadas e bonitas da TV brasileira até hoje que, contudo, foi alterada, no decorrer da trama. O grande destaque da trama foi Osmar Prado, que com o vilão Clóvis Camargo, abocanhou o título de melhor ator do Troféu Imprensa, o único até hoje conquistado pelo SBT nesse quesito.
De Vicente Sesso. Direção geral: Nilton Travesso. Gravada nos estúdios do Sumaré

4. Amor e Revolução (2011)
A novela ainda está no meio e a audiência não vem correspondendo, mas merece o 4º lugar do TOP pela marcante produção e pioneirismo. Com direção do renomado Reynaldo Boury e produção-executiva de Sérgio Madureira (que faleceu antes da novela estrear), a novela foi pioneira dentro da emissora ao realizar workshop para preparação dos atores. Além disso, trata com pioneirismo a questão da ditadura militar em uma novela e foi a primeira a colocar o beijo gay no ar (que ficou no quase em Cortina de Vidro, em 1989, também no SBT).
De Tiago Santiago. Direção Geral: Reynaldo Boury. Gravada no Centro de Televisão da Anhanguera

5. Chiquititas (1997-2001)
Chiquititas foi um marco na vida de muitas crianças brasileiras. Comandados pela professora Carolina (Flávio Monteiro), uma turma de crianças aprontavam muita confusão dentro de um orfanato. A inocência que passava, semelhante ao sucesso mexicano Carrossel, tornou Chiquititas a trama infantil de maior sucesso da TV brasileira. Gravada na Argentina, em parceria com a rede Telefe, Chiquititas fez tanto sucesso que ultrapassou as barreiras da TV. Seus CD’s, álbum de figurinhas e bonecas tomaram conta da criançada durante os vários anos de exibição.
De Delia Maunas e Horácio Marshall (original de Gustavo Barrios, Patrícia Maldonado e Cris Morena). Direção geral: Gustavo Luppi, Herman Abrahamsohn, Eugênio Gorkin e Celina Amadeo. Gravado nos estúdios da Telefé na Argentina.

6. Fascinação (1998)
Fascinação foi a segunda empreitada de Walcyr Carrasco como autor no SBT. Ele havia estreado na TV justamente no SBT, com Cortina de Vidro. Em Fascinação, conseguiu fazer um belo trabalho em mais um trabalho de época de destaque no SBT. Famosa por revelar gente como Regiane Alves e Mariana Ximenes, a trama ficou marcada por cenas de enorme apelo dramático, como o apedrejamento de Clara (Regiane Alves) e a cena que esta assiste Melânia (Glauce Graieb) ajoelhada pedindo as escrituras de casa de volta.
De Walcyr Carrasco. Direção geral: Henrique Martins. Gravado no Centro de Televisão da Anhanguera.

7. Uma Rosa com Amor (2010)
Uma Rosa com Amor foi o primeiro trabalho de Tiago Santiago no SBT e se tratava da adaptação de uma novela de sucesso de Vicente Sesso, exibido pela Rede Globo na década de 70. A história de amor de Serafina (Clara Marins) e Claude (Cláudio Lins) conquistou a todos pelo humor e leveza e trouxe em seu elenco nomes como a o pai conservador Edney Giovenazzi (Giovanni), a mãe aconselhadora Betty Faria (Amália) e a fofoqueira Jussara Freire (Dona Pepa), que desfilavam pelo bairro do Bexiga, em São Paulo.
De Thiago Santiago sob o original de Vicente Sesso. Direção geral: Del Rangel. Gravado no Centro de Televisão da Anhanguera

8. Cristal (2006)
Cristal é a única adaptação mexicana que entra no TOP 8. Não porque seja a única de qualidade. Mas foi a que apresentou melhor cuidado do SBT para sua produção e divulgação. Muitas adaptações do SBT eram feitas às pressas, estocadas e sem sequer uma coletiva para apresentação. A chegada de Herval Rossano, junto com uma equipe de diretores como Luiz Antônio Piá e Del Rangel, fez com que a novela tivesse uma excelente qualidade de fotografia e locações. Se não fosse as brigas no elenco e direção, especialmente com Dado Dolabella, a novela poderia ter tido melhor sorte.
De Anamaria Nunes sob o original de Della Fialio. Direção geral: Herval Rossano e Del Rangel. Gravado no Centro de Televisão da Anhanguera
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