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28 de ago. de 2011

SBT 30 anos - Top 8 Novelas Mexicanas

Quem seleciona 8 tramas mexicanas do SBT é Guilherme Guidorizzi, do blog Central de Notícias.

1 - MARIA DO BAIRRO

Estrelada por Thalia, a novela de Inés Rodena foi exibida nada mais do que quatro vezes. Os dramas da ex-sucateira que se casa com um milionário, é acusada de infidelidade, dá o filho recém-nascido, vai presa e enfrenta uma grande vilá conquistaram o país.

2 - A USURPADORA

Gabriela Spanic se dividia em Paola e Paulina as gêmeas de personalidade diferente que cresceram separadas. O folhetim foi levado ao ar em quatro ocasiões e contava com um elenco estrelar. Os dois capítulos extra, curiosamente, só foram exibidos uma única vez.

3 - CARROSSEL

Falar de novela mexicana no Brasil é lembrar da história e das aventuras dos bagunceiros alunos da professora Helena. Exibido originalmente em 1991, 'Carrossel' ficou quase um ano no ar e gerou diversos produtos como álbum de figurinhas e um LP.

4 - NO LIMITE DA PAIXÃO

César Évora protagonizava a novela exibida em 2003 sem muito sucesso. Quem assistiu, porém, se encantou com a relação conturbada de Otávio e Ana Cristina, vivida por Susana González, e de um vilão marcante, Maciel, de Alberto Estrella.

5 - AMBIÇÃO

Falando em vilões, nenhum deles foi tão marcante como a Catarina Creel interpretada por Maria Rubio. A vilã capaz das maiores atrocidades usava um tapa-olho de pano que combinava com sua roupa. "Ambição" foi ao ar em 1991 e reprisada em 92.

6 - OS RICOS TAMBÉM CHORAM

Em abril de 1982, o SBT exibiu a primeira das mais de 100 tramas importadas. Veronica Castro é Mariana, a moça pobre que se casa com um rico. Em 2005, o SBT produziu um 'remake', ambientado nos anos 30.

7 - SALOMÉ


Edith González protagonizou o folhetim exibido em 2002. Na história, uma dançarina de cabaré se apaixona por um milionário e engravida dele. Maria Rubio viveu uma outra vilã, Lucrécia, que azucrina a vida de Salomé, que acaba registrando três crianças como seus filhos para despistar a megera.

8 - REBELDE

Mais recente sucesso da emissora em termos de tramas importadas, a história dos alunos do Elity Way gerou grande comoção nacional entre os jovens. O sexteto que formaria o RBD fez shows no Brasil e vendeu inúmeros CDs e DVDs, fora uma linha de produtos.

24 de ago. de 2011

A Festa dos 30 anos do SBT

No programa de domingo, 21 de agosto de 2011, Silvio Santos agradeceu aos telespectadores e falou sobre os 30 anos de sua emissora. Comentou também sobre o Ibope e a concorrência com a Globo e a Record.

Imagens do especial Dia de Festa, infantil exibido na manhã do dia 19, aniversário da emissora, foram apresentadas. O programa teve a participação de Luis Ricardo, caracterizado como o clássico palhaço Bozo, que emocionou o público e o próprio Luis Ricardo.

A repórter Patrícia Vasconcellos mostrou os bastidores da festa dos funcionários da emissora e entrevistou alguns deles. O RPM fez um show para os colaboradores do SBT na tarde do dia 19. Aqueles com mais de 30 anos de casa foram homenageados por Silvio Santos.

O discurso de Silvio Santos aos funcionários também foi exibido, de forma compacta, nesse programa. Em seguida, pudemos ouvir as palavras de Daniela Beyruti, diretora executiva do SBT.

As imagens da confraternização no Hotel Jequitimar também foram exibidas no Programa Silvio Santos. Daniela foi novamente destaque, dessa vez entrevistada por Marília Gabriela. E já se tornaram célebres as imanges de Silvio, não só pelo discurso do Patrão como pelo figurino praiano que utilizou.

Vamos rever tudo aqui:





19 de ago. de 2011

Câmera, close!



Um dos assuntos que mais me atraem falar nesses 30 anos do SBT são os equipamentos técnicos da emissora. Já falamos dos microfones, dos estúdios, da grua, do teatro... ainda falta falar das viaturas (em breve mostraremos diversas pinturas diferentes dos veículos de externa e reportagem dos anos 80) e agora chegou a vez das câmeras.


As câmeras que equipavam os estúdios da Central de Produções da Vila Guilherme e do Teatro Silvio Santos eram basicamente câmeras de tubo plumbicon marca RCA, modelo TK-46, com lentes Schneider-Kreuznach, caracterizadas por sua coloração bege-cinza e suas faixas azuis e pretas (essa pintura vinha de fábrica). Além destas, havia outras utilizadas em externas e nos ombros de operadores, notadamente modelos portáteis americanos da RCA e japoneses da Ikegami.

As primeiras câmeras TK-46 chegaram em 1978 em substituição às TK-45, um modelo anterior, que foram perdidas no incêndio do Teatro Manoel de Nóbrega, na Pompéia. Depois que este auditório se incendiou, a TV chegou ao antigo Cine Sol, no bairro do Carandiru. Inicialmente, as câmeras TK-46 tinham sido encomendadas para equipar a TV Record, que na época pertenciam ao Grupo Silvio Santos.

As TK-46 estiveram presentes no Teatro Silvio Santos entre 1978, ano de sua inauguração, até meados de 1994, quando foram substituídas por modelos Ikegami HK-355A, equipamentos muito mais modernos. Desde então, as velhas RCA foram para o almoxarifado técnico e, depois, algumas delas passaram a ficar em exposição permanente na Galeria da Fama, espécie de museu dedicado à emissora, num dos saguões do Centro de Televisão da Anhanguera.

A família de câmeras TK-44 a 46 foi uma das mais bem sucedidas linhas de gravação profissional da RCA no mundo inteiro. O modelo TK-45, muito parecido com o 46 e com ele confundido até pelo SBT, que assim identificou a câmera numa placa na Galeria da Fama, também foi utilizado pela emissora e, no México, fez as gravações de Chaves e Chapolin, na metade final da década de 70, na Televisa.



Duas câmeras encontram-se expostas no SBT. Uma delas possui um número 1 dentro de um círculo vermelho, característico das câmeras utilizadas no Teatro Silvio Santos, e a chamaremos de #1. A outra não possui número algum identificando-a, podendo ter sido usada na Vila Guilherme.



A #1 era muito utilizada na grua do teatro, realizando tomadas aéreas do palco e do auditório. Também aparece ao fundo de uma famosa imagem do documentário Silvio Santos, uma história de sucesso, de 1981, em que Silvio Santos se dirige aos seus funcionários do Grupo.




A #2 e principalmente a #3 eram mais utilizadas no centro do auditório, registrando o plano aberto do palco. Aqui, vemos a #2 durante gravação do Domingo Legal em 1993.



Com a aposentadoria das velhas RCA TK-46, as câmeras japonesas Ikegami com lentes Fujinon passaram a dominar o espaço e melhoraram a imagem do SBT. A HK-355A a substituiu no teatro e na grua em 1994.


Essas câmeras ainda estão em operação no estúdio 6 do CDT da Anhanguera, sendo as mais antigas do SBT, e são utilizadas no Programa do Ratinho e no Casos de Família.

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